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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Usando o vestido do réveillon como blusa


Seja com a roupa que usou no ano novo ou com as peças que comprou na promoção que as lojas fazem para diminuir o estoque de peças brancas, em Janeiro as pessoas usam mais roupas brancas, né?
Se for uma saia, short, calça ou blusa, é muito mais fácil de coordenar depois mudando a cara do look, porque a cada nova coordenação com peças diferentes, parece que está usando uma roupa diferente, mas se for um vestido é um pouco mais difícil – mas não impossível!
Uma das formas de se usar um vestido de maneiras diferentes é usá-lo como blusa (ou saia). Em dezembro quando eu fiz a etapa de montagem de looks da minha cliente, propus esse truque de estilo a ela e ela adorou! O vestidinho que ela usava pouco agora ganhou novas possibilidades, como blusa:


Se você quiser dar uma cara nova ao seu vestido do réveillon (ou outro vestido qualquer) e usar como blusa, fica de olho nessas dicas:
1. O vestido deve ser leve e fininho, porque como você vai colocar ele pra dentro da calça ou da saia, quanto menos volume, melhor.
2. A parte de baixo precisa ser de um tecido mais escuro do que a parte de cima do vestido, que será usado como blusa. Se for mais claro, vai ficar marcado.
3. A calça ou a saia precisam ser, preferencialmente, de um modelo mais larguinho, para ter espaço para esconder o vestido embaixo.
Uma blogueira que sempre usa esse truque para multiplicar o guarda-roupas é a Jojô, do Um ano sem Zara. Olha como ela usou o vestidinho branco dela:




E aí? Gostam da possibilidade? Vão tentar? 
Feliz 2017!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Organize seu guarda-roupas e economize



Que tal aproveitar o final de semana para organizar o guarda-roupas? Além de deixar tudo mais bonitinho, te dou mais um motivo: economizar! Não entendeu?
Quando deixamos tudo que temos à vista, vemos tudo que temos. Se você parar pra pensar, pode se lembrar de algum momento que tenha comprado uma camisa listrada porque não lembrava que já tinha uma nas mesmas cores, ou um colar, ou uma terceira calça preta, por exemplo.

Não existe a forma ideal para a arrumação. Cada um deve descobrir a forma que funciona mais: Pode ser agrupando por cores ou por tipo de peça, pode colocar peças de trabalho de um lado e peças de passeio de outro lado, ou deixar as que você usa mais por cima... o importante é que você saiba onde encontrar a peça que quer na hora que pensar em usá-la, e que você relembre todas as peças que estão aí escondidinhas no canto do guarda-roupas.

Quer outro motivo? Deixar de usar as mesmas peças sempre e passar a usar as peças que você “descobriu” na faxina. Elas vão parecer novas, e vão te fazer perceber que não precisa comprar nada novo tão cedo!


Mãos a obra, e se quiser a minha ajuda, mande um email para vestindoautoestima@gmail.com

domingo, 10 de abril de 2016

Como ajustar o guarda roupas de quem está emagrecendo


Quando você muda o manequim em um número ou dois é super normal guardar aquelas peças que você gosta mais para usar de novo quando voltar ao manequim antigo. Mas quando você muda muito o seu corpo (pelo motivo que for), isso não acontece.

(continua...)

Para ler na íntegra meu texto publicado hoje no Superela, clique aqui.

sábado, 26 de março de 2016

O que a marca que você usa fala sobre o seu estilo


Você tem uma marca favorita? Aquela marca que você segue nas redes sociais para acompanhar as novidades? Aquela que você vai logo de cara quando precisa de alguma coisa nova? Aquela marca que as pessoas sabem que vão encontrar um presente que é “a sua cara”? Aquela que a vendedora tem o seu telefone e te liga pra avisar que chegou alguma coisa na sua numeração, ou que a loja vai entrar em promoção? É dessa marca que eu vou falar!
No meu texto sobre os looks do Oscar 2016 (aqui) eu expliquei que na consultoria de estilo a gente define a prioridade da cliente de acordo com a imagem que ela quer ter e a mensagem que ela quer transmitir (prioridade arquitetura, decoração, atenção masculina, conforto ou adequação). É a partir daí que eu escolho em quais lojas vou levar essa cliente para comprar as peças que vão fazer a diferença no guarda-roupas dela, porque os estilos são coerentes.
A maioria das lojas tem um estilo definido, e ainda que tenham uma peça ou outra diferente do resto da coleção (como acontece no nosso guarda-roupas), mantêm aquele mood específico e a gente consegue reconhecer as características da marca na peça #diferentona. As lojas de departamento separam as peças em estilos diferentes, para alcançar vários públicos. E nelas você pode encontrar peças clássicas, sensuais, com pegada indie, boho, rocker, mais romântica, mais sexy, mais moderna, básicos e tendências no mesmo lugar, mas quando você vai a uma dessas lojas, sabe em que sessão tem as roupas que mais combinam com você, não é mesmo?
Então, considerando isso, quando você fala para alguém que compra em uma determinada marca, você está falando muito sobre você e sobre o seu estilo. Num mundo cheio de julgamentos, você vai encontrar alguém que te rotule quando ouvir você dizer que a sua camiseta descolada é daquela marca independente que vende na feira hippie, ou que o seu vestido é daquela marca mais cara do shopping da cidade. Mas mais do que falar do seu poder aquisitivo, a marca fala das suas escolhas, das suas prioridades e do seu estilo. E mais do que mostrar para os outros a marca que você usa, você precisa entender o motivo que te faz comprar em uma determinada marca.
(continua...)
Texto meu, publicado no Superela. Para ler na íntegra, clique aqui.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Como comprar bem em brechó


Pode ser por causa da crise econômica, da sua consciência ambiental ou por estilo. Independente do motivo que te leve a comprar em brechó, você precisa saber comprar, ou vai comprar errado. Como eu sempre digo nos meus textos sobre consumo, um dos maiores erros é comprar uma peça só porque ela está “baratinha” e depois não usar e ver o seu dinheiro parado no guarda-roupas, mesmo que a peça tenha custado R$ 10 ou R$ 20, porque esse dinheiro poderia virar outra coisa mais útil. Aliás, se você ainda não leu o meu texto sobre custo x benefício das peças, é uma boa oportunidade! Clica aqui antes de continuar lendo esse. Antes de ir no brechó mais perto da sua casa é bom saber que assim como as lojas, a maioria dos brechós é especialista em um tipo de roupa, e por isso são separados em três categorias:
Se quer comprar peças antigas, procure um brechó vintage.
Se a ideia é comprar peças de coleções passadas de marcas conceituadas (e mais caras), você deve procurar por um brechó label. 
Mas se estiver procurando peças descoladas (diferentonas rsrs) independente de marca ou da época, pode ser um brechó de segunda mão.
É óbvio mas não custa enfatizar: a maior diferença entre comprar num brechó e comprar numa loja convencional é que nos brechós as peças são usadas. Por isso mesmo, você deve prestar mais atenção aos detalhes, para saber se a peça não está manchada ou rasgada, e olhar bem os acabamentos. Veja, por exemplo, se o botão tá pregado direitinho ou se tem todos os botões, porque às vezes é difícil encontrar um botão igual e você terá que trocar todos eles. Na hora de experimentar, veja se o zíper está funcionando ou se prende ou agarra na costura, entre outras coisas. Também vale olhar a etiqueta para saber se você vai conseguir manter a peça sozinha ou se vai precisar levar para lavanderia ou lavar a mão.
(continua...)
Texto meu, publicado no Superela. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Liquidação, o que podemos aprender nessa época?

Passados o Natal e o Ano Novo, começa a época de as lojas venderem as peças por um preço menor que na época da Black Friday, entramos no momento da liquidação. E é comum que mesmo que você tenha comprado várias coisas em Dezembro, e não precise comprar mais nada, você acabe comprando alguma coisa só porque está barato. Mas, essa lição vai ficar para outro texto…

Como eu visto PP na parte de cima e 34/36 na parte de baixo, eu tenho alguma dificuldade em encontrar roupas. Aliás, isso também acontece com sapatos, já que calço 33 e a maioria das lojas vende a partir do 34 ou recebem apenas UM par do tamanho 33… #chatiada
Então, eu acabo virando refém de algumas lojas que vendem peças do meu estilo e tem o meu tamanho, mas infelizmente a maioria delas não vende para o meu bolso hahahaha

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Uma das lojas que eu AMO e que a maioria de vocês não deve conhecer porque é uma marca muito forte aqui no Rio é a Farm e as peças são bem caras para a minha realidade. Então, eu só compro no preço real se eu achar que o valor é justo, e se a peça realmente for fazer a diferença na minha vida e no meu guarda-roupas. Na grande maioria do tempo eu compro no bazar que a loja faz sempre ou no site Off Premium, que vende peças do grupo de lojas, com descontos.
Mas, o que isso tem a ver com a época de liquidação? Essa loja é conhecida pelas estampas.

Quem usa a marca sabe que você está usando uma peça de lá, e se a peça é nova ou velha, dependendo da estampa. Mas, como nunca compro nada pelo status (ou para estar na moda), nunca me importei de usar peças de coleções passadas, e então eu comecei a comprar só peças de coleções anteriores, porque elas já estavam custando menos da metade do preço (!!!!). É basicamente o que acontece com peças de inverno no verão, sabe? Se você compra um casaco no inverno, você paga um preço… Mas, se você compra o mesmo casaco no verão, paga bem mais barato por ele.
E daí que mesmo eu pagando menos da metade do valor na peça, a loja continua tendo lucros. E eu me pergunto por que eu deveria alimentar essa indústria, incentivando os preços muitas vezes abusivos, se eu posso ter a mesma peça por um valor bem menor daqui a 2 ou 3 meses. Conhecem lei da oferta e da procura? Pois é! Se eles vendem a peça a R$300 é porque sabem que tem quem pague. Se a peça “encalhar”, eles oferecem a um preço menor.

É clarooooo que tem quem goste de andar na moda, e que vai comprar assim que a loja lançar o produto, e isso é uma questão de prioridade. A minha prioridade é manter a minha vida financeira em dia, e só comprar no impulso o que eu responder “Sim” ao me perguntar se eu PRECISO, se VALE A PENA, e se eu NÃO POSSO DEIXAR DE COMPRAR. E não vale eu me enganar, porque quem vai pagar essa conta sou eu.

Texto meu, publicado originalmente aqui, no Eu Capricho.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Agora eu sou uma Super Profissional

O Superela agora indica profissionais para atenderem as demandas de suas leitoras, e eu sou uma das profissionais de Estilo.  Um resumo dos serviços que ofereço:

Formação & Qualificações:

Consultora de Estilo – Oficina de Estilo (SP)
Apaixonada por pessoas e por moda, resolvi unir a minha formação acadêmica em Psicologia com a formação em Consultoria de Estilo pela Oficina de Estilo para aumentar a autoestima das mulheres, transformando personalidade em roupas e roupas em personalidade, através do autoconhecimento.

Serviços:

Consultoria de Estilo Pessoal
A consultoria de estilo pessoal te ajuda no processo de autoconhecimento, e a traduzir quem você é através da forma como você se apresenta no mundo. É composta das seguintes etapas: investigação da sua prioridade de alma e de vida, análises técnicas (coloração pessoal + silhueta e a sua relação com seu corpo), revitalização do guarda roupa, experiência de lojas, montagem de looks e empoderamento da cliente, com guia de estilo para a vida.

Malas Inteligentes
Você vai viajar e só precisa ficar preocupada com o roteiro e a diversão. Você me conta o destino, o que vai fazer lá e quanto tempo vai ficar, e eu monto looks com a menor quantidade de peças possíveis. Os looks são fotografados, pra você repetir na viagem sem perder tempo pensando no que vai vestir, e sem levar peças que não vai usar!

Stylist para fotos
Se você vai fazer um ensaio fotográfico (15 anos, família, gestante, casal, ou qualquer outro tema), a gente define quais as melhores peças para você parecer linda nesse momento que vai ser eternizado, de acordo com o seu estilo. Os looks podem ser com peças que você já tem, ou podemos sair numa sessão de personal shopping específica pra essa situação.

Análise de Cores
Etapa da consultoria de estilo pessoal completa que pode ser feita separadamente, para descobrir sua coloração pessoal de acordo com o método expandido das estações. Você receberá uma cartela com as cores e tonalidades que mais valorizam a sua pele, te deixando com aspecto mais saudável e bonito.

Dress Code Profissional
Desenvolvimento de manuais de dress code adequados à rotina profissional.

Personal Shopper
O serviço de Personal Shopper te ajudará a fazer compras mais assertivas, e você aprenderá a comprar peças que consigam maximizar o potencial do seu closet, que combinem com as peças que já possui e faça multiplicar as suas possibilidades.

Montagem de Looks
Etapa da consultoria de estilo pessoal completa que pode ser feita separadamente, para montar looks diferentes dos que você costuma montar com as peças que já tem no guarda-roupas, e te ensinando porque cada look é bacana pra você, te preparando ser a sua consultora de estilo o resto da vida!

Revitalização de Guarda-roupas
Etapa da consultoria de estilo pessoal completa que pode ser feita separadamente, para identificar o que você tem no seu guarda-roupas que combinem com o seu estilo e com a imagem que você quer transmitir, e deixar apenas peças que facilitem a sua vida e estejam de acordo com as suas prioridades. É um novo olhar e uma nova vida para o que você já tem.


Para ver as indicações de clientes e entrar em contato, clique aqui! ♥

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

6 resoluções de ano novo para o seu guarda-roupas

lista de resoluções de ano novo
Você faz listinha de resoluções de Ano Novo? Eu faço, e acho importante pra gente acompanhar as nossas metas e correr atrás do que a gente quer e acha importante. Pensando em ajudar às pessoas que já fazem, e aquelas que não sabem nem por onde começar, resolvi fazer uma listinha de resoluções voltada para o seu guarda-roupas, com link para outros textos que já escrevi, num resuminho que vai facilitar a sua vida! Vamos lá?

1. TER MAIS AUTOCONFIANÇA

Nenhuma roupa vai parecer incrível em você, se você não se olhar com carinho no espelho. O contrário também é uma verdade: você pode estar de jeans e camiseta, mas se estiver vestida de autoestima, vai gostar do que vê! Nesse texto aqui te ajudo com 3 passos para ser mais autoconfiante! Todas nós temos aquela parte do corpo que não gostamos tanto assim, e a ideia é valorizar o que a gente gosta mais. Nesse texto aqui eu te ensino a disfarçar todos os seus “defeitinhos” e gostar mais da imagem que vê no espelho! Mais importante que saber que número está na etiqueta da roupa que está usando, ou o tipo de corpo que você tem (oval, pera, retângulo, triângulo invertido, etc), é saber o que gosta mais e o que gosta menos no seu corpo. Isso vai te ajudar nas suas próximas compras e a definir o que fica no seu guarda-roupas ou não, vai mudar a forma como se veste, além de ajudar a aumentar a sua autoestima! Leia o texto que eu falo sobre isso aqui.

2. DESCOBRIR O SEU ESTILO

Antes de saber o que comprar, ou o que tirar do seu guarda-roupas na faxina que vai fazer, você precisa entender o seu estilo. Você não precisa ter APENAS um estilo e nem dar um rótulo a ele. A ideia é saber que elementos de moda falam sobre quem você é. Nesse texto aqui eu te falo o que considerar para entender mais sobre o seu estilo.

3. APRENDER A COMPRAR E NÃO COMPRAR SÓ PORQUE ESTÁ NA LIQUIDAÇÃO

O meu primeiro texto aqui pro Superela fala sobre como aproveitar bem a época de liquidações, lembrando que o ano já começa com as marcas vendendo as peças que sobraram do Natal por preços beeeem menores, né? Mas não é só porque está barato (ou mais barato) que você deve comprar. Te explico como sobreviver a esse período aqui. Ainda que você perceba ao arrumar o seu guarda-roupas que não PRECISA de nada, pode ser que você QUEIRA comprar alguma coisa nova. É importante saber calcular o custo x benefício da peça e eu te ajudo a entender essa conta nesse texto aqui. E nesse outro texto aqui eu te explico tudo que você precisa saber para fazer boas compras sempre!

4. MANTER O GUARDA-ROUPAS ORGANIZADO E FUNCIONAL

Quando você sabe o que tem, a possibilidade de você usar tudo que tem é bem maior, mas é impossível achar alguma coisa se está tudo bagunçado. Você até pensa em usar aquela sua blusa incrível para trabalhar amanhã, mas só de pensar em revirar gavetas e cabides você acaba usando aquela que você já usou semana passada e está por cima na pilha de blusas. Acessórios? Você não usa porque nunca lembra deles, já que eles ficam escondidinhos numa caixinha, em algum lugar que você nem sabe bem onde… Uma tática que funciona é organizar o guarda-roupas pensando nas estações do ano. Começo do ano aqui no Rio é BEM quente, então, eu não preciso manter os casacões à vista, né? O meu texto sobre armário cápsula te ensina como fazer, aqui!
O que é ter um guarda-roupas funcional? É um guarda-roupas com peças que funcionem, apenas com peças que te valorizem e combinem com a sua rotina e o seu estilo e que combinem bem entre si. Nesse texto aqui eu te ensino a fórmula 5×1 para coordenar peças e economizar nas compras! Neste outro texto aqui, você vai entender porque você  perde tanto tempo escolhendo roupa e onde precisa melhorar.

5. CRIAR UMA ROTINA PARA SE VESTIR

Gostando ou não de moda, você precisa escolher a roupa que vai usar pelo menos uma vez ao dia, dependendo da sua agenda. Eu que trabalho com moda e adoro pensar no look que vou, odeio acordar cedo e perder tempo olhando para o guarda-roupas, então, desde bem antes de trabalhar como consultora de estilo, eu já tinha desenvolvido a minha própria rotina para economizar tempo nessa atividade. Se você ainda não tem a sua, esse meu texto aqui pode te ajudar!
Tempo é dinheiro e ninguém tem nem tempo e nem dinheiro sobrando, né? Mais importante que a roupa que você vai usar na festa do final de semana são os momentos que vai viver na festa, então, eu escrevi alguns textos para te ajudar a economizar tempo na hora de se vestir. Nesse texto aquieu te dou dicas bem práticas que eu uso para entender a vida das minhas clientes da consultoria de estilo e organizar a vida delas.

6. INVESTIR NUMA CONSULTORIA DE ESTILO

Pode parecer que eu quero puxar sardinha pro meu lado, mas não é o caso. Eu realmente acho que não existe outro investimento mais importante que investir em nós mesmas. A gente vive num mundo onde é julgada o tempo todo pela nossa imagem, e mais de 70% da nossa comunicação é não-verbal (e inclui o que vestimos), então, porque não considerar essa possibilidade? Clique aqui pra entender melhor e pensar nessa possibilidade.
Claroooo que sua vida não é só roupa. Além dessas, liste metas nas áreas profissional e pessoal! E faça sempre o que puder, com os recursos que tiver, para chegar aos seus objetivos! :)
Texto meu, postado originalmente aqui, no Superela!

domingo, 13 de dezembro de 2015

As famosas repetem roupa, e você também deveria

famosas repetem roupa marina-ruy-barbosa
Elas vão a mais eventos que a maioria de nós, têm mais seguidores no Instagram que a maioria de nós, o salário delas é maior do que o da maioria de nós, elas ganham mais presentes que a maioria de nós, são fotografadas onde vão e vivem da própria imagem. Mas, ainda assim, elas têm o hábito de repetir suas roupas. Kate Middleton, Michelle Obama, Anna Wintour, Olivia Palermo, Constanza Pascolato, Leandra Medine e outras famosas, como as blogueiras que a maioria de nós admira – e até a Rainha Elizabeth – demonstram estilo e inteligência fashion ao usar as peças que mais gostam de formas diferentes.
Em tempos de crise econômica e sustentabilidade, repetir roupa é uma atitude bem inteligente e é (ou deveria ser) uma coisa comum também entre nós, meras mortais. Mas, ainda assim, algumas mulheres ainda se incomodam com o fato de precisarem repetir suas roupas.
Como eu já disse aqui no meu texto sobre guarda-roupas econômico e inteligente, cada peça de roupa deve combinar com pelo menos outras 3 diferentes. Afinal, como diz Costanza Pascolato, repetir roupa é coisa chique – e se uma peça não vale ser repetida, também não vale ser comprada! Se você muda a forma como usa uma peça, ela parece ser uma peça completamente diferente. E usar acessórios diferentes é a melhor maneira de repaginar o look.
Em uma mulher clássica como a Kate Middleton é mais fácil perceber a repetição, pois ela usa peças básicas e as combina de forma limitada, sem adicionar muitos acessórios. Ainda assim, não é um defeito algum, pois mostra que ela conhece o seu estilo e sabe o que fica bem nela.
kate middleton repete roupa
Todo mundo já fez uma combinação de roupa que amou e acaba repetindo por saber que é “fórmula de sucesso”, mas, da próxima vez que for usar um look bacana completo, tente acrescentar alguma coisa diferente. Esse exercício é bacana para expandir a sua criatividade e para entender mais sobre o seu estilo e sobre você. E aquela sua peça favorita pode te acompanhar em vários eventos diferentes, dependendo da forma como você a usa.
khloe-kardashian repete roupa
Para desviar a atenção de uma blusa repetida, por exemplo, você pode desviar o olhar para um lenço, ou para o sapato, ou para a parte de baixo do look. Peças estampadas chamam mais a atenção, mas ainda assim é possível que ela pareça uma peça completamente diferente quando coordenada com outra peça diferente da peça que você usou para coordenar da outra vez que você a usou. É esse o truque que algumas blogueiras famosas e experts em moda e estilo usam para multiplicar o guarda-roupas delas (mesmo que tenham várias outras opções).
Thássia Neves repete roupa
Leandra Medine repete roupa
Para quem usa muito vestido, mesmo sendo uma peça única, também é possível disfarçar, usando com sapatos diferentes, com terceiras peças como jaqueta, casaco, blazer, usando um cintinho para acinturar mais a peça, etc.
roupa repetida
A forma como a gente se veste é a maneira que a gente exterioriza a nossa personalidade. E se a gente compra um monte de peças que é a nossa cara e investe um valor razoável numa peça bacana, porque não usar várias vezes?
Texto meu, postado originalmente aqui, no Superela!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O que não comprar na Black Friday

Hoje vai rolar mais uma Black Friday e eu não estou nem um pouquinho animada. Mas, um estudo feito pela consultoria Conversion aponta que 28% de compradores que nunca se interessaram pela data, pretendem se render aos descontos. Sim, essa pesquisa é de 2015 ano de crise, de taxas altíssimas de desemprego, de inflação e tudo mais que você já sabe. Sim, pessoas que nunca compraram na Black Friday resolveram comprar esse ano, quando a gente começa a falar ainda mais fortemente sobre comprar cada vez menos (texto sobre Lowsumerism aqui). Mas, a gente que é Super precisa saber o que comprar e quando comprar, né?
black friday
Eu poderia dar dicas como “só comprar de lojas conhecidas na internet”, “comparar preços antes de comprar”, “não acreditar em qualquer desconto”, “não gastar mais do que pode”, ou dar muitos outros conselhos que sites especializados em economia vivem dando, mas como a minha área é a moda, eu vou me concentrar em falar disso, especificamente.
Black Friday é um dia em que as lojas vendem produtos com descontos. No Brasil, essa data vai acontecer HOJE, mas muitas lojas estavam vendendo com preços reduzidos desde o começo da semana, ou vão estender os descontos pelo final de semana, então, se você ainda não caiu em tentação, é bom ler esse texto antes! Se já comprou alguma coisa, anota para não cometer os mesmos erros na próxima!

1. NÃO COMPRE PEÇAS SÓ PELO PREÇO

Sabe aquela peça que você olha a etiqueta, vê que ela está custando menos da metade do valor original e fica tentada a comprar só pela sensação de que está se dando bem, sem nem ao menos pensar se gosta dela de verdade ou se combina com as coisas que tem, com o seu corpo ou com o seu estilo? Então! É dessa peça que eu estou falando! Deixa ela aí pra outra pessoa se dar bem no seu lugar.

2. NÃO COMPRE O QUE NÃO É A SUA CARA

O que é a sua cara? O que combina com o seu corpo, com a sua rotina e com as roupas que você já tem em casa. Não compre um vestido de balada se você não sai muito à noite e já tem outros no guarda-roupas. Não compre uma roupa de ginástica se não tem intenção de voltar ao treino tão cedo. Não compre uma sandália de salto altíssimo se você prefere sapatilhas e rasteirinhas por conta do conforto que elas proporcionam. E lembre-se da fórmula do guarda-roupas inteligente que falei nesse texto aqui: cada peça deve combinar com outras 5, ou não vale o investimento – mesmo se ela tiver sido bem baratinha!

3. NÃO PAGUE CARO POR PEÇAS BARATAS

Uma blusinha de R$20 reais pode ser bem cara se você não a usar, ou a usar pouco porque o material é tão ruim que ela vai “acabar” na segunda lavagem. É importante saber calcular o custo x benefício das peças, como expliquei aqui, e saber que uma calça jeans de R$200 que você usa 5 vezes ao mês durante 5 anos é beeeem mais barata que uma blusa de R$20 que você só vai usar uma vez, porque a moda já vai acabar.

4. NÃO COMPRE UMA PEÇA DE CADA COR

Sabe aquela blusinha LINDA e BARATA que vestiu super bem? Mesmo se ela for bem básica ou de uma modelagem que você adora, evite comprar uma de cada cor, porque você vai ficar sempre com a mesma cara. Além disso, nem todas as cores nos favorecem, ou você nunca falou um “Nossa! Que cara de cansada?” e se viu melhorzinha só ao trocar de roupa?

5. NÃO COMPRE SE NÃO COUBER NO SEU CORPO ATUAL

Não compre aquele jeans que vai caber em você quando você emagrecer (ou engordar) mais 10 kgs. Ter um monte de roupas que não cabem no seu corpo de hoje só te deixam mais ansiosa pelo resultado e ficam te torturando por “não ter o que vestir” e não ter o corpo que gostaria. Se você está em processo de mudança do seu corpo, evite comprar roupas para usar a longo prazo.
Diz um ditado popular sueco que diz que “Quem compra coisas que não precisa ou que não usa está roubando de si mesmo”. E você não é dessas, né?
Texto meu, publicado aqui, no Superela.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Conheça o roupateca, um guarda-roupa compartilhado em SP

roupateca_house-of-bubbles
Essa semana aconteceu uma coisa que me deixou muito feliz: A inauguração da House of Bubbles, a primeira Roupateca do Brasil, em São Paulo. Pra quem não sabe, a Roupateca funciona como uma biblioteca, mas ao invés de livros, é possível alugar roupas e acessórios. A  House of Bubbles abriu suas portas essa semana, e segue o mesmo modelo da Lena Fashion Library, criada em Amsterdã, onde você paga uma mensalidade que começa em € 20 (pouco menos de 70 reais), e pode pegar emprestado o que quiser, num acervo de mais de 1200 peças do vestuário feminino.
Em São Paulo funciona assim: o cliente escolhe entre os planos disponíveis, com assinaturas de 100, 200 ou 300 reais. Cada plano dá direito ao aluguel de uma, duas ou seis peças, respectivamente, durante um prazo máximo de dez dias. Quando você devolver a peça (que precisa estar lavadinha – eles passam lá!), você pode escolher um novo item na arara coletiva, que vai contar, inicialmente, com 110 peças de marcas bacanas como Animale, Cris Barros, Cristian Dior, Le Lis Blanc, Osklen e Reinaldo Lourenço, etc., e apenas 50 assinaturas serão vendidas na fase teste do projeto, que só tende a crescer.
E porque eu fiquei feliz? Vou explicar pra fazer você ficar feliz também!

1. A IDEIA É INTERESSANTÍSSIMA

Ninguém pode/gosta de gastar dinheiro a toa, mas todo mundo gosta de ter roupas bacanas e diferentes pra usar de vez em quando. Então, você pode economizar com o dinheiro que gasta com roupas e ter sempre um acervo bacana de peças “novas” pra usar. Se você pensar na quantidade de peças que vai usar apenas uma vez na vida, e que não seria barato e nem inteligente comprar apenas para aquela situação específica, vai entender que alugar ao invés de comprar pode ser uma opção muito bacana.

2. CONSUMO CONSCIENTE

Já ouviu falar, né? E a gente pode fazer a nossa parte assim: usando o que já foi produzido, o que já está no mundo. Pensar na forma como a gente usa o nosso dinheiro é importantíssimo, e já falei sobre a relação custo x benefício das peças que compramos aqui. É importante saber que a gente pode investir um pouco mais no que a gente usa muito, e investir pouco no que a gente usa pouco. É importante repensar a forma como consumimos moda.
3. A CURADORIA DAS PEÇAS É FEITA POR CONSULTORAS DE ESTILO
Vai por mim: escolher roupa com quem entende de roupa é uma experiência que todo mundo deveria se proporcionar! A Daniela Ribeiro é uma das responsáveis pelo projeto e é minha colega de curso. Motivo de felicidade, orgulho e muita torcida!

4. A CERTEZA DE QUE EM BREVE TERÁ EM OUTROS LUGARES DO BRASIL

O que era uma ideia bacana só para as gringas aproveitarem, hoje contempla também as moradoras de São Paulo. Como eu moro no Rio, ainda não vou poder me beneficiar disso, mas estou otimista. Logo, logo essa ideia chega aqui e vai para outros cantos do Brasil também. Aliás, se alguém quiser investir nisso aqui no Rio, me liga! Hahaha
Quem quiser fazer a assinatura do serviço deve enviar um e-mail para daniela@houseofbubbles.com.br. Como nesse primeiro momento só haverá cinquenta vagas disponíveis, corre!
Informações úteis:
Rua Doutor Virgílio de Carvalho Pinto, 61 – Pinheiros
Aberto de segunda a sexta, das 11h às 20h, e aos sábados, até as 17h
Texto meu, publicado originalmente aqui no Superela!

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Por que você perde tanto tempo escolhendo a roupa que vai usar

perde tempo escolhendo a roupa que vai usar
Se existe uma regra na hora de se vestir que a gente precisa obedecer é essa: você precisa estar vestida todos os dias da sua vida, pra onde quer que você for!
Mas, ainda que essa atividade seja rotineira e todos os dias a gente esteja escolhendo a roupa que vai vestir (em alguns dias usamos até mais de um look, dependendo da nossa agenda), parece ser uma atividade mais difícil para algumas pessoas que pra outras.
Mas, porque isso acontece? Esses são alguns dos possíveis motivos:
* Você tem muitas roupas que não servem mais para o corpo que você tem atualmente ou pra sua rotina atual.
Sabe aquela calça que você guardou para usar de novo quando emagrecer? Ou aqueles vestidos de festa que você vai voltar a usar quando sua vida noturna estiver mais agitada? Ou aquele monte de roupa social que vai usar quando conseguir um emprego melhor ou uma promoção? Todas essas peças te fazem ter a sensação de que tem roupa pra caramba, quando na verdade, elas não servem pra vida que você tem hoje e só te atrapalham.
* O seu estilo mudou e as roupas parecem não combinar mais com você
“Como você pôde usar isso um dia?” é o que você se pergunta toda vez que vê algumas peças no seu guarda-roupas… mas, apesar da certeza de que você nunca mais vai voltar a usar aquilo, você não vende, não dá, não joga fora. Por que mesmo?
* A maioria das peças que não usa foram compradas por impulso, só pra ter aquela peça que estava na moda 
Nem tudo que está na moda serve pra você, pro seu corpo, pra sua rotina, pra sua personalidade, pro seu estilo… mas, se ainda assim, você quer comprar uma “tendência” para o caso de surgir uma oportunidade de usar (enquanto a peça estiver na moda), tente pagar o mais barato possível por ela. Já falei aqui sobre o custo x benefício das peças. Vale a pena ler!
* A maioria das peças que não usa com frequência (ou nunca usa!) foi comprada na promoção
É o famoso “barato que sai caro”. A blusinha custava R$120 e você pagou R$20. Uma pechincha! Maaaas, você não consegue usar porque ela não combina com nada que você tem… na verdade ela não combina nem com você.
* Você tem muitas roupas, não consegue enxergar todas as opções e, por isso, acaba usando sempre as mesmas, que estão mais acessíveis, mais “a vista”
Você faz uma pilha com as blusinhas de malha, outra com as de linha, outra com as pólos… e nunca pega as que estão embaixo, pra não desarrumar tudo… e acaba usando sempre as mesmas. Usa, lava, passa, coloca em cima de novo e usa de novo.
Como o seu guarda-roupas é pequeno (considerando a quantidade de roupa que você tem), você precisa pendurar várias peças no mesmo cabide… na correria, sempre pega a que está em cima e nem lembra mais o que tem embaixo. Talvez até tenha comprado uma peça parecida por não saber que tinha uma “em algum lugar”.
* Você sempre faz as mesmas combinações e acaba achando que tem pouca roupa por não conseguir pensar em novas possibilidades
Isso acontece muito com peças estampadas e de cores mais fortes e/ou diferentes da cartela de cores que costuma usar. Se tem uma calça estampada de verde, preto e branco… você só usa com uma blusa preta, ou verde, ou branca. Aquela blusa neon? Só usa com calça jeans…
Pode parecer um problema “normal”, já que a maioria das mulheres comenta que “não tem o que vestir” mesmo tendo um guarda-roupas abarrotado, mas a verdade é que ter somente peças que você usa, que te valoriza e que facilita o seu processo de escolha é possível e traz muitos benefícios:
* Te garante alguns minutinhos a mais de sono, já que não vai ficar horas na frente do guarda-roupas pensando no que vai vestir.
Acordou, olhou a previsão do tempo, lembrou dos compromissos do dia, abriu o guarda-roupas e se vestiu.
* Eleva a sua autoestima, já que o que tem no guarda-roupas é somente o que te deixa bonita, o que realmente funciona pro seu corpo
Sabe aquelas peças que você coloca e tira toda vez que tenta usar porque você nunca gosta do que vê no espelho quando usa? É delas que eu estou falando! Tira elas já do armário!
* Vai te fazer se sentir mais segura, sabendo que qualquer coisa que vestir vai ser adequado
Pintou um compromisso em cima da hora? Você sabe que tem roupa pra usar.
* Vai te fazer economizar
Você vai ver que tem roupas que não lembrava que tinha e que, quando tirou aquelas peças que não combinava com você, sobrou o suficiente pra você ficar um bom tempo sem repetir coordenações.
Isso tudo eu faço com as minhas clientes da consultoria de estilo, na etapa de revitalização de guarda-roupas. Mas, se você quiser começar o processo sozinha, pode começar olhando peça por peça e se perguntando se você compraria novamente caso estivesse vendo ela na arara da loja. Se depois que você considerar o seu corpo (o que gosta e não gosta nele, o que quer valorizar e o que quer disfarçar), o seu estilo e a sua rotina atual, a sua resposta for negativa, a peça deve ser doada/vendida!
Se precisar da minha ajuda, me mande um e-mail: vestindoautoestima@gmail.com
Texto meu, publicado originalmente aqui, no Superela! ♥

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Biblioteca de roupas em SP

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Sabe aquele probleminha com “não ter o que vestir”? Seus problemas acabaram! Um grupo de quatro jovens empresárias em Amsterdã criou a Lena Fashion Library, em que você paga uma mensalidade que começa em € 20 (pouco menos de 70 reais), e pode pegar emprestado o que quiser. Eles têm um acervo com mais de 1.200 peças entre itens novos (de designers alternativos e marcas sustentáveis) e vintage. A loja é exclusiva para roupas femininas e inclui saias, vestidos, shorts ou bolsas. No local, você pode encontrar coleções de alta qualidade, vintage e com designer e marcas ecológicas. Elas fazem uma minuciosa curadoria das peças e não aceitam nada que não seja de alta qualidade e estilo singular.


Se você aumentar o valor de taxa mensal, terá mais pontos acumulados. Assim, você escolhe as roupas que quiser, por um determinado período utilizando seus pontos. “Use roupas bonitas, mas não às custas de pessoas e do meio-ambiente”, diz o site. “Poder escolher entre estilos e modelagens, mas dizendo não à armários abarrotados e fast fashion. Aproveite a sensação do novo, mas sem precisar ter tudo”. Essa é a nova moda, de acordo com a Lena.


E não é que a idéia chegou ao Brasil? Eu, que moro no Rio de Janeiro vou ter que esperar um pouquinho mais pra vivenciar isso, mas a maioria das leitoras do Eu Capricho pode ficar feliz: Vai ter biblioteca de roupas em São Paulo sim!!


A House Of Bubbles fica em Pinheiros, numa casa de Coworking chamada House of All (http://www.houseofall.co/) e eles anunciaram ontem a novidade assim: “O nosso primeiro andar vai abrigar um guarda-roupa compartilhado e curado só com peças incríveis, fruto de uma curadoria de respeito. O sistema é simples: você assina o nosso serviço e paga uma mensalidade de R$100, R$200 ou R$300 por mês, que de tá direito a levar X peças por vez. Devolva em 10 dias e traga lavadinho (a gente passa)”. Foi então que eu, que ainda não tinha escrito nada, decidi que esse seria o post da semana, pra vocês ficarem tão felizes quanto eu fiquei!! E esse não é um post patrocinado, viu? É só admiração e animação mesmo!!


O incrível desses projetos, é que quem gosta de moda (como eu, a Lu e vocês!) mantêm uma variedade infinita de opções, sem incentivar o consumo frenético que acaba gerando desperdício. Além disso, facilita o acesso à moda sustentável, que hoje é tão cara e rara, e aos novos designers, que geralmente são difíceis de encontrar. Muito amor por esse projeto!!

Texto meu, publicado originalmente no Eu Capricho! aqui.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Monte um guarda-roupa econômico e inteligente

guarda-roupa econômico
Todo mundo já deve conhecer a história da Jojo Moura, do Um ano sem Zara, né? Pra quem não conhece, uma rápida apresentação: ela é uma mocinha bem estilosa, que percebeu que gastava com roupas mais do que deveria e se propôs a ficar um ano sem comprar absolutamente nenhuma roupa.
Eu comecei a acompanhar o blog dela logo no comecinho e nos primeiros posts eu imaginei que seria uma tarefa fácil, porque, além dela realmente ter muitas roupas, ela tinha peças boas e bonitas. Depois, com a fama, ela começou a ganhar roupas das marcas, o que facilitaria ainda mais a vida dela… mas nem uma coisa e nem outra seriam suficientes se ela realmente não tivesse o poder de saber multiplicar as peças que ela tem.
No ano passado, quando me formei em consultora de estilo, aprendi que a fórmula ideal é 5×1, ou seja, para cada peça que a gente tem no guarda-roupas, a gente precisa conseguir coordenar com outras 5 completamente diferentes entre si. Sim! Não podemos considerar aquela blusa de malha que a gente usa com 5 calças jeans, ou 1 calça social preta com 5 camisas sociais. O ideal é que cada vez que você use a peça, ela pareça uma peça diferente justamente pela forma que você usa ela. Se você usa ela sempre da mesma forma, ela fica sempre com a mesma cara, e consequentemente, você também.
Antes mesmo de eu saber dessa teoria, a Jojo me mostrava que isso era possível. E, mesmo sem ter o mesmo guarda-roupa que ela (nem pela quantidade e nem pela qualidade das peças), eu tentava colocar em prática aquilo que ela fazia com tanta facilidade. Hoje eu faço isso comigo, com as minhas clientes da consultoria de estilo, e agora vou fazer com vocês, te ajudando a montar um guarda-roupa econômico e inteligente. Vamos lá:
Passo 1: Pegue a peça que você MAIS USA. Digamos que seja uma blusa de malha com uma estampa qualquer. Pode ser uma com a foto da sua banda favorita.
Passo 2: Coloque em cima da cama e agora pense num primeiro look com ela. Vamos começar com o mais simples e depois aumentar o grau de dificuldade. Vamos usar com uma calça jeans skinny e uma unkle boot, numa pegada mais rocker. Pense nos acessórios também, porque são eles que fazem a diferença nos looks.
Passo 3: Vamos para o segundo look. Que tal usar com aquela saia midi plissada, que é super feminina e delicada? Nos pés, pode ser um all star, ou uma sapatilha, uma sandália alta… vou escolher a sandália alta só pra você visualizar a imagem e perceber a diferença pro primeiro look, ok? Ah! Dá um nózinho no lateral da blusa! Fica um charme!
Passo 4: Terceiro look, para o casual day na empresa. Que tal usar a camiseta com uma saia lápis de alfaiataria e uma jaqueta jeans (ou um blazer de brim, que é mais casual) e um scarpin colorido?
Passo 5: Sabe qual é a estampa mais fácil de coordenar? Listra! Que tal usar a blusa, que já é estampada, com um cardigan listrado por cima, num dia mais fresquinho? Não torce o nariz antes de experimentar!! Vai pra frente do espelho e fica tempo suficiente pra se acostumar com a ideia, antes de dizer que “não gosta” ou “só fica bem nos outros”. E na parte de baixo? Um shortinho de linho verde, ou vermelho, sei lá. Nos pés, uma rasteirinha ou uma gladiadora.
Passo 6: Que tal colocar a blusa de malha por cima de uma camisa jeans mais compridinha, e usar com uma legging? Nos pés, um all star ou outro tênis qualquer. Ou um sapato alto, uma botinha baixinha… Pronto! Quinto look montado com sucesso!
Ainda que eu tenha escolhido uma peça “fácil” pra ilustrar o post, eu tenho CERTEZA de que tem muita gente que não usa uma camisa de malha de maneiras tão diferentes como as que eu sugeri nos exemplos. Se você é dessas, experimenta essa fórmula aí.
O próximo passo? Repetir esse processo com as outras peças até chegar naquela que você comprou e nunca usou. Se não conseguir montar cinco looks, contente-se com três. Menos de três, é sinal de que essa peça não serve na sua vida/na sua rotina/no seu corpo. Doe! Desentulhe o guarda-roupas! Você não precisa de peças que não usa!
Se precisar de ajuda, me escreva: vestindoautoestima@gmail.com
Texto meu, originalmente publicado aqui, no Superela! ♥

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Detox no guarda-roupas?

Vocês já ouviram falar de armário-cápsula, quando as pessoas vivem com um guarda-roupas bem reduzido durante um período (uma estação)? É como se fosse fazer uma viagem de 4 meses e usar apenas as roupas que tem na mala. Parece difícil, mas é super possível! E isso é possível porque quem faz uma mala de viagem ou um armário-cápsula escolhe apenas peças que gosta muito, que combina com o clima e a rotina daquele lugar / situação, e que se combinam entre si.
E se o nosso guarda-roupas todo fosse só assim? Com roupas que a gente gosta muito, que combinam com a nossa rotina e que combinam entre si?

guarda-roupa-detox

Com as minhas clientes da consultoria de estilo a gente chama essa etapa de “revitalização de guarda-roupas”, e funciona assim: A gente tira do guarda-roupas as peças:
* que não servem mais (tanto no corpo, quanto na vida da cliente)
* que já estão velhinhas ou desgastadas
* que estão manchadas, furadas, com fio puxado, mal conservadas
* que ela não usa, aquelas que ela põe-e-tira toda vez que vai sair
Além das peças que a gente tira para doar (ou jogar fora, dependendo do estado da peça), é bacana separar as peças que precisam de reformas ou ajustes. Assim, peças paradas podem voltar à ativa.
De que adianta ter 10 calças jeans e só usar as 2 primeiras da pilha de calças, ou as do cabide da frente? Ou ter muitos casacos se você mora num lugar muito quente, e quando faz frio você usa os mesmos (os que mais gosta)?
Anota aí: Guarda-roupas lotado nem sempre é sinônimo de muitas opções. Às vezes ter só o que você usa te faz pensar em mais possibilidades.

Texto meu, publicado originalmente no Eu Capricho!, aqui.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Como calcular o custo x beneficio na hora das compras

calcular custo x benefício nas compras
Uma das lições que eu ensino para as minhas clientes da consultoria de estilo é calcular o custo x benefício das peças na hora da compra. Valorizar o dinheiro é sempre bom, em época de crise essa dica é ainda mais valiosa, né? Então, vamos falar em como avaliar a relação custo x benefício das roupas e saber se vale a pena ou não levar a peça pra casa.
Para analisar as peças que já temos no guarda-roupas e as peças que gostamos na vitrine e pensamos em comprar, vamos considerar que benefício = usabilidade, ou seja: quanto mais você usa uma peça, mais barata ela é! Assim: digamos que você esteja querendo comprar uma calça jeans nova que custe R$300, por mais que ela possa durar muito tempo, digamos que ela dure na sua vida por 5 anos, você acaba doando a peça depois disso. Como você tem outras peças parecidas, você vai usar essa calça só 4 vezes por mês. Aí a gente calcula o valor por uso:
Calça jeans: R$ 300,00
Vida útil: 5 anos
Expectativa uso/ano: 48 vezes (4x por mês)
Então: 5 x 48 = 240 usos
R$ 300,00 / 240 usos = R$ 1,25 (valor da peça por uso)
Mas e se essa peça de R$ 300,00 for uma peça da moda, que você não vai usar mais depois que a “tendência” acabar, ou de um material de péssima qualidade, que vai fazer com que a peça dure pouco? E se for um vestido de festa, que você só vai usar na sua formatura, ou no casamento da sua melhor amiga? Nesses casos, você vai usar muito menos, e por isso, o custo da peça vai “aumentar”!
A lição que fica é: se você for usar muito, vale a pena pagar mais. Se for usar pouco, pague menos!
Nem tudo que está barato vale a pena, e nem tudo que está caro é caro de verdade!
Se você compra uma blusinha na liquidação, mas ela não combina com nada que você já tem no guarda-roupa, você vai acabar tirando ela e trocando por outra toda vez que for sair, porque ela não combina nem com você… mesmo que ela tenha custado R$30, o fato de ela ficar parada no guarda-roupas faz dela uma peça cara. Sem contar que dá uma sensação de tristeza de ver aquela peça pendurada no cabide ainda com etiqueta, pra te fazer lembrar que você poderia ter gasto esse dinheiro (mesmo pouco) em outra coisa! Ao mesmo tempo, se você paga R$700 numa jaqueta de couro e usa a peça 5 vezes por ano, durante a vida (já que ela vai durar a vida toda!), ela torna-se uma peça barata!
Quer outra dica pra saber se uma peça vale a pena?
No provador da loja, visualize quantas combinações você consegue fazer com as roupas que você já tem em casa! Quanto mais combinações forem possíveis, mais versátil é a peça e, consequentemente, mais você vai usar! A fórmula ideal é que cada peça combine com outras 5, mas se você conseguir coordenar com outras 3 peças diferentes, a compra já vale a pena!
Texto meu, publicado originalmente aqui, no Superela!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Você sabe mesmo quanto vale a roupa que você compra?

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Li no site Catraca Livre que a jornalista Nicolette Mason, da revista ‘Marie Claire’ acusou a grife Yves Saint Laurent de copiar um modelo de vestido da Forever 21. Isso é bem comum na moda, principalmente em itens que são “tendência”. Uma marca faz, a outra segue e produz algo igual ou parecido e assim vai. Mas esse caso não seria tão grave se não fosse por um detalhe:
Enquanto o modelo da Forever 21 é vendido por US$ 23 (R$ 88), o da YSL  está custando US$ 3490 (R$ 13.400), ou seja, mais de 150 vezes o preço da peça original!!!
A imagem acima foi publicada no twitter da jornalista, para a nossa comparação. Assim, de longe, a gente vê que o modelo é um pouco diferente, mas ainda assim se parecem bastante, né? Mas então… porque um é tão mais caro (lembrando: mais de 150 vezes!!!) que o outro?
Só o fato de ter uma etiqueta de marca não é o suficiente para te fazer pagar tão caro por um item, ou pelo menos não deveria ser, principalmente em tempos de crise e quando se fala tanto em consumo consciente.
Quando vou às compras com as minhas clientes da consultoria de estilo, eu ensino elas a avaliar a qualidade das peças que ela vai comprar e a pensar no custo x benefício de cada item que ela tem no armário e de cada um que ela vai adquirir na vida.
Quando pagamos caro por uma peça, esperamos dela:

* BOM ACABAMENTO:

Costuras no lugar, avesso “limpo”, botões bonitos e bem pregados, listras e estampas que “casam”, bolsos reforçados, costuras retinhas e rebatidas (sem o overlock aparecendo), etc. Peças de marcas mais caras são feitas em menos quantidade, o que garante melhor qualidade em comparação com peças produzidas em série.

* TECIDO DE BOA QUALIDADE:

Normalmente, o que diferencia uma peça cara de uma peça barata é o material de que ela é feita. Então, se o tecido é mais nobre (como seda, cetim, linho, etc) e/ou tem mais algodão na composição, é mais caro e, consequentemente, a peça fica mais cara. Tecidos sintéticos (como o poliéster) são mais baratos e, consequentemente, a peça fica mais barata.

* EXCLUSIVIDADE:

É muito mais fácil as pessoas repararem quando você repete uma peça estampada que quando você repete uma peça lisa. Então, se você gosta de exclusividade, evite comprar peças estampadas em lojas de departamento, por exemplo, porque o risco que você corre de encontrar muitas pessoas na rua com uma roupa igual à sua é bem grande. Quem tem R$13.400 para pagar num vestido não vai querer ver ninguém vestindo uma peça igual em algum evento, né? E vai ser muito pior se a outra mulher estiver vestindo um modelito igual que custou apenas R$88 (se isso é importante para a pessoa).

CUSTO X BENEFÍCIO:

Quando você compra uma peça de um tecido de qualidade inferior, sabe que ela vai dar bolinha, vai “esgarçar” ou desbotar com o tempo, que os botões podem cair, ou que a peça vai acabar mais rápido. Se a intenção for usar a roupa 2 ou 3 vezes (como aquele item que é tendência e que você não vai usar nunca mais na vida depois que sair de moda), você pode pagar mais barato por ela. Se a ideia é usar a peça “a vida inteira”, o ideal é que ela seja de um tecido melhor, para que ela realmente dure. Pagar caro por um produto que não vai durar, definitivamente não é uma coisa muito inteligente de se fazer.
Esses são os itens que você deve avaliar nas peças que compra, independentemente do preço que paga por ela. Se ela for cara e você estiver disposta a pagar o preço, exija que ela valha quanto custa! Valorize seu dinheiro!

Texto meu, publicado originalmente no Superela, aqui!