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sábado, 26 de março de 2016

O que a marca que você usa fala sobre o seu estilo


Você tem uma marca favorita? Aquela marca que você segue nas redes sociais para acompanhar as novidades? Aquela que você vai logo de cara quando precisa de alguma coisa nova? Aquela marca que as pessoas sabem que vão encontrar um presente que é “a sua cara”? Aquela que a vendedora tem o seu telefone e te liga pra avisar que chegou alguma coisa na sua numeração, ou que a loja vai entrar em promoção? É dessa marca que eu vou falar!
No meu texto sobre os looks do Oscar 2016 (aqui) eu expliquei que na consultoria de estilo a gente define a prioridade da cliente de acordo com a imagem que ela quer ter e a mensagem que ela quer transmitir (prioridade arquitetura, decoração, atenção masculina, conforto ou adequação). É a partir daí que eu escolho em quais lojas vou levar essa cliente para comprar as peças que vão fazer a diferença no guarda-roupas dela, porque os estilos são coerentes.
A maioria das lojas tem um estilo definido, e ainda que tenham uma peça ou outra diferente do resto da coleção (como acontece no nosso guarda-roupas), mantêm aquele mood específico e a gente consegue reconhecer as características da marca na peça #diferentona. As lojas de departamento separam as peças em estilos diferentes, para alcançar vários públicos. E nelas você pode encontrar peças clássicas, sensuais, com pegada indie, boho, rocker, mais romântica, mais sexy, mais moderna, básicos e tendências no mesmo lugar, mas quando você vai a uma dessas lojas, sabe em que sessão tem as roupas que mais combinam com você, não é mesmo?
Então, considerando isso, quando você fala para alguém que compra em uma determinada marca, você está falando muito sobre você e sobre o seu estilo. Num mundo cheio de julgamentos, você vai encontrar alguém que te rotule quando ouvir você dizer que a sua camiseta descolada é daquela marca independente que vende na feira hippie, ou que o seu vestido é daquela marca mais cara do shopping da cidade. Mas mais do que falar do seu poder aquisitivo, a marca fala das suas escolhas, das suas prioridades e do seu estilo. E mais do que mostrar para os outros a marca que você usa, você precisa entender o motivo que te faz comprar em uma determinada marca.
(continua...)
Texto meu, publicado no Superela. Para ler na íntegra, clique aqui.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Como comprar bem em brechó


Pode ser por causa da crise econômica, da sua consciência ambiental ou por estilo. Independente do motivo que te leve a comprar em brechó, você precisa saber comprar, ou vai comprar errado. Como eu sempre digo nos meus textos sobre consumo, um dos maiores erros é comprar uma peça só porque ela está “baratinha” e depois não usar e ver o seu dinheiro parado no guarda-roupas, mesmo que a peça tenha custado R$ 10 ou R$ 20, porque esse dinheiro poderia virar outra coisa mais útil. Aliás, se você ainda não leu o meu texto sobre custo x benefício das peças, é uma boa oportunidade! Clica aqui antes de continuar lendo esse. Antes de ir no brechó mais perto da sua casa é bom saber que assim como as lojas, a maioria dos brechós é especialista em um tipo de roupa, e por isso são separados em três categorias:
Se quer comprar peças antigas, procure um brechó vintage.
Se a ideia é comprar peças de coleções passadas de marcas conceituadas (e mais caras), você deve procurar por um brechó label. 
Mas se estiver procurando peças descoladas (diferentonas rsrs) independente de marca ou da época, pode ser um brechó de segunda mão.
É óbvio mas não custa enfatizar: a maior diferença entre comprar num brechó e comprar numa loja convencional é que nos brechós as peças são usadas. Por isso mesmo, você deve prestar mais atenção aos detalhes, para saber se a peça não está manchada ou rasgada, e olhar bem os acabamentos. Veja, por exemplo, se o botão tá pregado direitinho ou se tem todos os botões, porque às vezes é difícil encontrar um botão igual e você terá que trocar todos eles. Na hora de experimentar, veja se o zíper está funcionando ou se prende ou agarra na costura, entre outras coisas. Também vale olhar a etiqueta para saber se você vai conseguir manter a peça sozinha ou se vai precisar levar para lavanderia ou lavar a mão.
(continua...)
Texto meu, publicado no Superela. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Liquidação, o que podemos aprender nessa época?

Passados o Natal e o Ano Novo, começa a época de as lojas venderem as peças por um preço menor que na época da Black Friday, entramos no momento da liquidação. E é comum que mesmo que você tenha comprado várias coisas em Dezembro, e não precise comprar mais nada, você acabe comprando alguma coisa só porque está barato. Mas, essa lição vai ficar para outro texto…

Como eu visto PP na parte de cima e 34/36 na parte de baixo, eu tenho alguma dificuldade em encontrar roupas. Aliás, isso também acontece com sapatos, já que calço 33 e a maioria das lojas vende a partir do 34 ou recebem apenas UM par do tamanho 33… #chatiada
Então, eu acabo virando refém de algumas lojas que vendem peças do meu estilo e tem o meu tamanho, mas infelizmente a maioria delas não vende para o meu bolso hahahaha

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Uma das lojas que eu AMO e que a maioria de vocês não deve conhecer porque é uma marca muito forte aqui no Rio é a Farm e as peças são bem caras para a minha realidade. Então, eu só compro no preço real se eu achar que o valor é justo, e se a peça realmente for fazer a diferença na minha vida e no meu guarda-roupas. Na grande maioria do tempo eu compro no bazar que a loja faz sempre ou no site Off Premium, que vende peças do grupo de lojas, com descontos.
Mas, o que isso tem a ver com a época de liquidação? Essa loja é conhecida pelas estampas.

Quem usa a marca sabe que você está usando uma peça de lá, e se a peça é nova ou velha, dependendo da estampa. Mas, como nunca compro nada pelo status (ou para estar na moda), nunca me importei de usar peças de coleções passadas, e então eu comecei a comprar só peças de coleções anteriores, porque elas já estavam custando menos da metade do preço (!!!!). É basicamente o que acontece com peças de inverno no verão, sabe? Se você compra um casaco no inverno, você paga um preço… Mas, se você compra o mesmo casaco no verão, paga bem mais barato por ele.
E daí que mesmo eu pagando menos da metade do valor na peça, a loja continua tendo lucros. E eu me pergunto por que eu deveria alimentar essa indústria, incentivando os preços muitas vezes abusivos, se eu posso ter a mesma peça por um valor bem menor daqui a 2 ou 3 meses. Conhecem lei da oferta e da procura? Pois é! Se eles vendem a peça a R$300 é porque sabem que tem quem pague. Se a peça “encalhar”, eles oferecem a um preço menor.

É clarooooo que tem quem goste de andar na moda, e que vai comprar assim que a loja lançar o produto, e isso é uma questão de prioridade. A minha prioridade é manter a minha vida financeira em dia, e só comprar no impulso o que eu responder “Sim” ao me perguntar se eu PRECISO, se VALE A PENA, e se eu NÃO POSSO DEIXAR DE COMPRAR. E não vale eu me enganar, porque quem vai pagar essa conta sou eu.

Texto meu, publicado originalmente aqui, no Eu Capricho.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Agora eu sou uma Super Profissional

O Superela agora indica profissionais para atenderem as demandas de suas leitoras, e eu sou uma das profissionais de Estilo.  Um resumo dos serviços que ofereço:

Formação & Qualificações:

Consultora de Estilo – Oficina de Estilo (SP)
Apaixonada por pessoas e por moda, resolvi unir a minha formação acadêmica em Psicologia com a formação em Consultoria de Estilo pela Oficina de Estilo para aumentar a autoestima das mulheres, transformando personalidade em roupas e roupas em personalidade, através do autoconhecimento.

Serviços:

Consultoria de Estilo Pessoal
A consultoria de estilo pessoal te ajuda no processo de autoconhecimento, e a traduzir quem você é através da forma como você se apresenta no mundo. É composta das seguintes etapas: investigação da sua prioridade de alma e de vida, análises técnicas (coloração pessoal + silhueta e a sua relação com seu corpo), revitalização do guarda roupa, experiência de lojas, montagem de looks e empoderamento da cliente, com guia de estilo para a vida.

Malas Inteligentes
Você vai viajar e só precisa ficar preocupada com o roteiro e a diversão. Você me conta o destino, o que vai fazer lá e quanto tempo vai ficar, e eu monto looks com a menor quantidade de peças possíveis. Os looks são fotografados, pra você repetir na viagem sem perder tempo pensando no que vai vestir, e sem levar peças que não vai usar!

Stylist para fotos
Se você vai fazer um ensaio fotográfico (15 anos, família, gestante, casal, ou qualquer outro tema), a gente define quais as melhores peças para você parecer linda nesse momento que vai ser eternizado, de acordo com o seu estilo. Os looks podem ser com peças que você já tem, ou podemos sair numa sessão de personal shopping específica pra essa situação.

Análise de Cores
Etapa da consultoria de estilo pessoal completa que pode ser feita separadamente, para descobrir sua coloração pessoal de acordo com o método expandido das estações. Você receberá uma cartela com as cores e tonalidades que mais valorizam a sua pele, te deixando com aspecto mais saudável e bonito.

Dress Code Profissional
Desenvolvimento de manuais de dress code adequados à rotina profissional.

Personal Shopper
O serviço de Personal Shopper te ajudará a fazer compras mais assertivas, e você aprenderá a comprar peças que consigam maximizar o potencial do seu closet, que combinem com as peças que já possui e faça multiplicar as suas possibilidades.

Montagem de Looks
Etapa da consultoria de estilo pessoal completa que pode ser feita separadamente, para montar looks diferentes dos que você costuma montar com as peças que já tem no guarda-roupas, e te ensinando porque cada look é bacana pra você, te preparando ser a sua consultora de estilo o resto da vida!

Revitalização de Guarda-roupas
Etapa da consultoria de estilo pessoal completa que pode ser feita separadamente, para identificar o que você tem no seu guarda-roupas que combinem com o seu estilo e com a imagem que você quer transmitir, e deixar apenas peças que facilitem a sua vida e estejam de acordo com as suas prioridades. É um novo olhar e uma nova vida para o que você já tem.


Para ver as indicações de clientes e entrar em contato, clique aqui! ♥

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

8 perguntas que você deve fazer antes de uma compra

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Você está no provador experimentando uma peça de roupa, e é provável que se faça duas perguntas antes de decidir comprar ou não: “Fiquei bonita com ela?” e “Posso pagar por ela?”. Mas a verdade é que você deveria fazer algumas outras perguntas antes de ir em direção ao caixa e sacar o cartão. Se a resposta for SIM, é uma boa compra!!

1. ELA COMBINA COM TUDO?

Já falei nesse texto aqui que a ideia é que cada peça combine com pelo menos outras 5 que você já tem, mas é sempre bom te fazer relembrar dessa fórmula!

2. É UMA PEÇA VERSÁTIL?

Você vai poder usar para passear e para trabalhar? Consegue usar nos dias frios e nos dias mais quentes? Pode usar dos dois lados? Do jeito que for… se você gostou e ela ainda for versátil, vale a compra!

3. VALE O CUSTO X BENEFÍCIO?

Tá em promoção, cabe no seu orçamento, tá na moda e te deixou linda. Pode ser melhor? Pode! Uma peça barata que você só vai usar uma vez ou que vai encher de bolinhas ou esgarçar na segunda lavagem torna-se cara e não vale a pena. Então, o ideal é saber calcular o custo x benefício das peças. Te ensino aqui.
PARTICIPE: Preciso de algumas dicas…
PARTICIPE: Noivado da mamãe, o que vestir?

4. VOCÊ PRECISA DESSA PEÇA PARA UM EVENTO ESPECÍFICO?

Você tem um casamento / festa / formatura / entrevista / encontro e realmente precisa de uma peça para usar nesse dia importante? Alugar não é uma possibilidade (qualquer que seja o motivo)? Você não tem nenhuma peça no guarda-roupas que possa usar? Então, você realmente precisa dela.

5. VOCÊ PRECISA DESSA PEÇA PARA A VIDA TODA?

Você precisa substituir aquela peça igual que já não está tão legal? Essa peça vai fazer a diferença no seu guarda-roupas, te ajudando a multiplicar as suas possibilidades? Ela vai te ajudar a usar aquelas peças que você não usa mais porque não combinam com mais nada? Então, é uma boa compra!!

6. ESSA PEÇA É O SEU OBJETO DE DESEJO?

Você sempre sonhou em ter um modelo E-X-A-T-A-M-E-N-T-E assim? Se a peça te deixa linda, cabe no seu orçamento, vale o custo x benefício, e vai coordenar com o que você já tem no guarda-roupas, compre!! Lembre-se: A peça ser o seu objeto de desejo não é motivo suficiente para comprar, ou será uma compra por impulso, e essa é uma das resoluções pra 2016, né?

7. ELA CABE NO SEU CORPO E NA SUA ROTINA ATUAL?

Não é uma boa ideia comprar uma peça que só vai caber em você se você começar uma dieta e perder os quilos que precisa para caber na peça. Também não vale comprar uma peça que você só vai usar se as suas amigas voltarem a te chamar pra sair, ou se você conhecer amigos novos, ou começar a namorar, ou for promovida… Não vale comprar uma roupa pra usar quando e se você tiver uma vida ou um corpo diferente do que tem hoje.

8. VOCÊ VAI PRECISAR DESSA PEÇA EM BREVE?

É certo que vai ter verão e inverno ano que vem de novo, então vale comprar aquele vestido de alcinha na promoção que a loja faz quando o verão acaba e guardar para o ano que vem, ou aquele trench coat lindo que está a metade do preço mesmo se for pra usar só no inverno do ano que vem. Ainda faltam 8 meses para o casamento da sua melhor amiga, mas você já sabe que vai, onde vai ser e como vai estar o clima? Então, vale a compra!!
mulher-compras-shopping
MAIS: COMO PARECER MAIS ALTA SEM USAR SALTO ALTOMAIS: O QUE USAR NA BALADA?
Obs: A ideia desse post surgiu ao ler um texto num outro site, que citava outras razões para uma compra. Vou citar algumas aqui com as justificativas para que elas não sejam suficientes para você:
1) A fatura já virou: Você sabe que apesar da fatura já ter virado, você vai precisar pagar pelo que comprou no mês que vem, né?
2) Aquela famosa tem um igual: Sim! Aquela famosa tem um igual, mas ela também mais dinheiro pra gastar em roupas que você, ela vive da imagem dela e pode ter ganhado aquela peça da marca ou dos organizadores do evento, para publicidade.
3) Você merece: Sim! Você merece. Mas você não merece mais uma peça que não vai usar, nem que a sua dívida aumente em vão.
4) É um clássico: Peças que nunca saem de moda realmente são uma ótima compra, mas apenas se esses clássicos combinam com o seu estilo. Não vale a pena comprar um blazer (ou uma camisa branca, ou um vestidinho preto, ou um jeans) se você não vai usar nunca!
Boas compras!
Texto meu, publicado originalmente aqui, no Superela!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O que não comprar na Black Friday

Hoje vai rolar mais uma Black Friday e eu não estou nem um pouquinho animada. Mas, um estudo feito pela consultoria Conversion aponta que 28% de compradores que nunca se interessaram pela data, pretendem se render aos descontos. Sim, essa pesquisa é de 2015 ano de crise, de taxas altíssimas de desemprego, de inflação e tudo mais que você já sabe. Sim, pessoas que nunca compraram na Black Friday resolveram comprar esse ano, quando a gente começa a falar ainda mais fortemente sobre comprar cada vez menos (texto sobre Lowsumerism aqui). Mas, a gente que é Super precisa saber o que comprar e quando comprar, né?
black friday
Eu poderia dar dicas como “só comprar de lojas conhecidas na internet”, “comparar preços antes de comprar”, “não acreditar em qualquer desconto”, “não gastar mais do que pode”, ou dar muitos outros conselhos que sites especializados em economia vivem dando, mas como a minha área é a moda, eu vou me concentrar em falar disso, especificamente.
Black Friday é um dia em que as lojas vendem produtos com descontos. No Brasil, essa data vai acontecer HOJE, mas muitas lojas estavam vendendo com preços reduzidos desde o começo da semana, ou vão estender os descontos pelo final de semana, então, se você ainda não caiu em tentação, é bom ler esse texto antes! Se já comprou alguma coisa, anota para não cometer os mesmos erros na próxima!

1. NÃO COMPRE PEÇAS SÓ PELO PREÇO

Sabe aquela peça que você olha a etiqueta, vê que ela está custando menos da metade do valor original e fica tentada a comprar só pela sensação de que está se dando bem, sem nem ao menos pensar se gosta dela de verdade ou se combina com as coisas que tem, com o seu corpo ou com o seu estilo? Então! É dessa peça que eu estou falando! Deixa ela aí pra outra pessoa se dar bem no seu lugar.

2. NÃO COMPRE O QUE NÃO É A SUA CARA

O que é a sua cara? O que combina com o seu corpo, com a sua rotina e com as roupas que você já tem em casa. Não compre um vestido de balada se você não sai muito à noite e já tem outros no guarda-roupas. Não compre uma roupa de ginástica se não tem intenção de voltar ao treino tão cedo. Não compre uma sandália de salto altíssimo se você prefere sapatilhas e rasteirinhas por conta do conforto que elas proporcionam. E lembre-se da fórmula do guarda-roupas inteligente que falei nesse texto aqui: cada peça deve combinar com outras 5, ou não vale o investimento – mesmo se ela tiver sido bem baratinha!

3. NÃO PAGUE CARO POR PEÇAS BARATAS

Uma blusinha de R$20 reais pode ser bem cara se você não a usar, ou a usar pouco porque o material é tão ruim que ela vai “acabar” na segunda lavagem. É importante saber calcular o custo x benefício das peças, como expliquei aqui, e saber que uma calça jeans de R$200 que você usa 5 vezes ao mês durante 5 anos é beeeem mais barata que uma blusa de R$20 que você só vai usar uma vez, porque a moda já vai acabar.

4. NÃO COMPRE UMA PEÇA DE CADA COR

Sabe aquela blusinha LINDA e BARATA que vestiu super bem? Mesmo se ela for bem básica ou de uma modelagem que você adora, evite comprar uma de cada cor, porque você vai ficar sempre com a mesma cara. Além disso, nem todas as cores nos favorecem, ou você nunca falou um “Nossa! Que cara de cansada?” e se viu melhorzinha só ao trocar de roupa?

5. NÃO COMPRE SE NÃO COUBER NO SEU CORPO ATUAL

Não compre aquele jeans que vai caber em você quando você emagrecer (ou engordar) mais 10 kgs. Ter um monte de roupas que não cabem no seu corpo de hoje só te deixam mais ansiosa pelo resultado e ficam te torturando por “não ter o que vestir” e não ter o corpo que gostaria. Se você está em processo de mudança do seu corpo, evite comprar roupas para usar a longo prazo.
Diz um ditado popular sueco que diz que “Quem compra coisas que não precisa ou que não usa está roubando de si mesmo”. E você não é dessas, né?
Texto meu, publicado aqui, no Superela.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Por que você perde tanto tempo escolhendo a roupa que vai usar

perde tempo escolhendo a roupa que vai usar
Se existe uma regra na hora de se vestir que a gente precisa obedecer é essa: você precisa estar vestida todos os dias da sua vida, pra onde quer que você for!
Mas, ainda que essa atividade seja rotineira e todos os dias a gente esteja escolhendo a roupa que vai vestir (em alguns dias usamos até mais de um look, dependendo da nossa agenda), parece ser uma atividade mais difícil para algumas pessoas que pra outras.
Mas, porque isso acontece? Esses são alguns dos possíveis motivos:
* Você tem muitas roupas que não servem mais para o corpo que você tem atualmente ou pra sua rotina atual.
Sabe aquela calça que você guardou para usar de novo quando emagrecer? Ou aqueles vestidos de festa que você vai voltar a usar quando sua vida noturna estiver mais agitada? Ou aquele monte de roupa social que vai usar quando conseguir um emprego melhor ou uma promoção? Todas essas peças te fazem ter a sensação de que tem roupa pra caramba, quando na verdade, elas não servem pra vida que você tem hoje e só te atrapalham.
* O seu estilo mudou e as roupas parecem não combinar mais com você
“Como você pôde usar isso um dia?” é o que você se pergunta toda vez que vê algumas peças no seu guarda-roupas… mas, apesar da certeza de que você nunca mais vai voltar a usar aquilo, você não vende, não dá, não joga fora. Por que mesmo?
* A maioria das peças que não usa foram compradas por impulso, só pra ter aquela peça que estava na moda 
Nem tudo que está na moda serve pra você, pro seu corpo, pra sua rotina, pra sua personalidade, pro seu estilo… mas, se ainda assim, você quer comprar uma “tendência” para o caso de surgir uma oportunidade de usar (enquanto a peça estiver na moda), tente pagar o mais barato possível por ela. Já falei aqui sobre o custo x benefício das peças. Vale a pena ler!
* A maioria das peças que não usa com frequência (ou nunca usa!) foi comprada na promoção
É o famoso “barato que sai caro”. A blusinha custava R$120 e você pagou R$20. Uma pechincha! Maaaas, você não consegue usar porque ela não combina com nada que você tem… na verdade ela não combina nem com você.
* Você tem muitas roupas, não consegue enxergar todas as opções e, por isso, acaba usando sempre as mesmas, que estão mais acessíveis, mais “a vista”
Você faz uma pilha com as blusinhas de malha, outra com as de linha, outra com as pólos… e nunca pega as que estão embaixo, pra não desarrumar tudo… e acaba usando sempre as mesmas. Usa, lava, passa, coloca em cima de novo e usa de novo.
Como o seu guarda-roupas é pequeno (considerando a quantidade de roupa que você tem), você precisa pendurar várias peças no mesmo cabide… na correria, sempre pega a que está em cima e nem lembra mais o que tem embaixo. Talvez até tenha comprado uma peça parecida por não saber que tinha uma “em algum lugar”.
* Você sempre faz as mesmas combinações e acaba achando que tem pouca roupa por não conseguir pensar em novas possibilidades
Isso acontece muito com peças estampadas e de cores mais fortes e/ou diferentes da cartela de cores que costuma usar. Se tem uma calça estampada de verde, preto e branco… você só usa com uma blusa preta, ou verde, ou branca. Aquela blusa neon? Só usa com calça jeans…
Pode parecer um problema “normal”, já que a maioria das mulheres comenta que “não tem o que vestir” mesmo tendo um guarda-roupas abarrotado, mas a verdade é que ter somente peças que você usa, que te valoriza e que facilita o seu processo de escolha é possível e traz muitos benefícios:
* Te garante alguns minutinhos a mais de sono, já que não vai ficar horas na frente do guarda-roupas pensando no que vai vestir.
Acordou, olhou a previsão do tempo, lembrou dos compromissos do dia, abriu o guarda-roupas e se vestiu.
* Eleva a sua autoestima, já que o que tem no guarda-roupas é somente o que te deixa bonita, o que realmente funciona pro seu corpo
Sabe aquelas peças que você coloca e tira toda vez que tenta usar porque você nunca gosta do que vê no espelho quando usa? É delas que eu estou falando! Tira elas já do armário!
* Vai te fazer se sentir mais segura, sabendo que qualquer coisa que vestir vai ser adequado
Pintou um compromisso em cima da hora? Você sabe que tem roupa pra usar.
* Vai te fazer economizar
Você vai ver que tem roupas que não lembrava que tinha e que, quando tirou aquelas peças que não combinava com você, sobrou o suficiente pra você ficar um bom tempo sem repetir coordenações.
Isso tudo eu faço com as minhas clientes da consultoria de estilo, na etapa de revitalização de guarda-roupas. Mas, se você quiser começar o processo sozinha, pode começar olhando peça por peça e se perguntando se você compraria novamente caso estivesse vendo ela na arara da loja. Se depois que você considerar o seu corpo (o que gosta e não gosta nele, o que quer valorizar e o que quer disfarçar), o seu estilo e a sua rotina atual, a sua resposta for negativa, a peça deve ser doada/vendida!
Se precisar da minha ajuda, me mande um e-mail: vestindoautoestima@gmail.com
Texto meu, publicado originalmente aqui, no Superela! ♥

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Como calcular o custo x beneficio na hora das compras

calcular custo x benefício nas compras
Uma das lições que eu ensino para as minhas clientes da consultoria de estilo é calcular o custo x benefício das peças na hora da compra. Valorizar o dinheiro é sempre bom, em época de crise essa dica é ainda mais valiosa, né? Então, vamos falar em como avaliar a relação custo x benefício das roupas e saber se vale a pena ou não levar a peça pra casa.
Para analisar as peças que já temos no guarda-roupas e as peças que gostamos na vitrine e pensamos em comprar, vamos considerar que benefício = usabilidade, ou seja: quanto mais você usa uma peça, mais barata ela é! Assim: digamos que você esteja querendo comprar uma calça jeans nova que custe R$300, por mais que ela possa durar muito tempo, digamos que ela dure na sua vida por 5 anos, você acaba doando a peça depois disso. Como você tem outras peças parecidas, você vai usar essa calça só 4 vezes por mês. Aí a gente calcula o valor por uso:
Calça jeans: R$ 300,00
Vida útil: 5 anos
Expectativa uso/ano: 48 vezes (4x por mês)
Então: 5 x 48 = 240 usos
R$ 300,00 / 240 usos = R$ 1,25 (valor da peça por uso)
Mas e se essa peça de R$ 300,00 for uma peça da moda, que você não vai usar mais depois que a “tendência” acabar, ou de um material de péssima qualidade, que vai fazer com que a peça dure pouco? E se for um vestido de festa, que você só vai usar na sua formatura, ou no casamento da sua melhor amiga? Nesses casos, você vai usar muito menos, e por isso, o custo da peça vai “aumentar”!
A lição que fica é: se você for usar muito, vale a pena pagar mais. Se for usar pouco, pague menos!
Nem tudo que está barato vale a pena, e nem tudo que está caro é caro de verdade!
Se você compra uma blusinha na liquidação, mas ela não combina com nada que você já tem no guarda-roupa, você vai acabar tirando ela e trocando por outra toda vez que for sair, porque ela não combina nem com você… mesmo que ela tenha custado R$30, o fato de ela ficar parada no guarda-roupas faz dela uma peça cara. Sem contar que dá uma sensação de tristeza de ver aquela peça pendurada no cabide ainda com etiqueta, pra te fazer lembrar que você poderia ter gasto esse dinheiro (mesmo pouco) em outra coisa! Ao mesmo tempo, se você paga R$700 numa jaqueta de couro e usa a peça 5 vezes por ano, durante a vida (já que ela vai durar a vida toda!), ela torna-se uma peça barata!
Quer outra dica pra saber se uma peça vale a pena?
No provador da loja, visualize quantas combinações você consegue fazer com as roupas que você já tem em casa! Quanto mais combinações forem possíveis, mais versátil é a peça e, consequentemente, mais você vai usar! A fórmula ideal é que cada peça combine com outras 5, mas se você conseguir coordenar com outras 3 peças diferentes, a compra já vale a pena!
Texto meu, publicado originalmente aqui, no Superela!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Teste: Você precisa de uma consultoria de estilo?


Não sabe se precisa de um profissional especializado para te ajudar a definir o seu estilo, te ajudar com as compras e malas, e a aumentar sua autoestima mudando a imagem que tem de si mesma? Pegue papel e caneta e faça esse teste:

1) Quantas vezes você pensa "não ter nada pra vestir" mesmo tendo um armário cheio?
a) Sempre. Se pudesse, jogava todas as minhas roupas fora e comprava novas.
b) Muitas vezes
c) Quase nunca. Não tenho roupa para todas as situações possíveis, mas gosto de tudo que eu tenho.

2) Quando você compra alguma coisa?

a) Quando me apaixono pela peça, independentemente de a peça ser "a minha cara" ou o preço ser bom.
b) Quando a oferta parece boa
c) Quando preciso de uma peça específica.

3) Quantas vezes você precisa trocar de roupa antes de decidir com que roupa ir para um evento "especial" / diferente?
a) Muitas vezes. Experimento muitas coisas diferentes e na maioria das vezes saio de casa insegura quanto à minha escolha.
b) Umas duas vezes. Na maioria das vezes já sei o que vou usar.
c) Já pego direto o que vou vestir. Planejo mentalmente o que vou usar com alguma antecedência.

4) O que faz quando precisa decidir o que vestir?
a) Experimenta várias opções, até se sentir bem com alguma coisa
b) Liga para uma amiga e explica a situação, falando de algumas opções que pensou, pra ver qual ela gosta mais.
c) Monta algumas opções em cima da cama e segue a sua intuição

5) O que você pensa quando se olha no espelho?

a) Quase não me olho no espelho porque preciso perder mais uns 5 kilos
b) Preciso perder mais dois kilos
c) Que beleza! Todo esforço com dietas e exercícios está valendo a pena!

6) Como você considera a organização do seu guarda-roupas?

a) Parece que teve um tsunami lá dentro
b) Está tudo como pode estar, dentro das minhas possibilidades
c) Está tudo arrumadinho! Tudo no seu devido lugar!

7) Se uma coisa está na moda, você:
a) Usa, custe o que custar
b) Usa, adaptando ao seu estilo
c) Só usa se for mesmo a sua cara

8) Quanto do seu guarda-roupas é composto de peças que comprou e ainda não usou, mas que você guarda porque "ainda vai usar um dia!"?
a) 60%
b) 40%
c) 10%

9) Se você pudesse mudar alguma coisa a seu respeito, seria:
a) Todo o guarda-roupas
b) O estilo
c) O corpo

10) Quantas vezes você compra alguma coisa achando que "é a sua cara" mas acaba esquecendo a peça no fundo da gaveta?
a) O tempo todo
b) Muitas vezes eu gosto de uma peça na loja e depois não consigo combinar com nada que eu tenho em casa.
c) Quase nunca. Eu sempre sei o que preciso e sempre planejo as minhas compras, e se eu não usar logo, eu troco por alguma coisa que vou usar.

RESULTADO:

Maioria de A: Contrate um consultor de estilo AGORA
Do jeito que as coisas estão, você precisa de ajuda para evitar comprar o que não precisa, e conseguir usar tudo que já tem. Um consultor de estilo pode ser um investimento que vai te fazer entender melhor o seu estilo e te ajudar a economizar bastante no futuro!
Me envie um email e saiba mais: vestindoautoestima@gmail.com

Maioria de B: Peça uma visita de um profissional especializado

Parece que na maior parte do tempo você tem uma boa relação com o seu estilo e o seu guarda-roupas, mas pode ser que tenha dúvidas sobre o que comprar, ou o que usar em alguma ocasião específica. Alguns consultores (como eu!) fazem o processo de consultoria de forma otimizada, de acordo com a sua necessidade.

Maioria de C: Você está de parabéns!!
Você não precisa de ajuda profissional para te ajudar com as suas roupas! Você demonstrou saber o que usar, o que comprar, e parece não gastar mais do que o necessário. Continue com uma boa relação com o seu corpo e a moda!

Para saber como é uma consultoria de estilo com a metodologia que eu trabalho, clica aqui!


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Como escolher e usar colete de pelo

A Paty já falou sobre essa tendência aqui e a Lú, que é super antenada, já apareceu por aqui usando também. Mas, como escolher a melhor peça de acordo com o seu corpo e estilo?

como usar colete de pelo fake no inverno, dicas de looks
Essa peça não é das mais fáceis de coordenar, e dependendo do lugar que você more, nem vai “combinar” com o Inverno, mas se você quiser estar na moda, é bom tomar alguns cuidados na hora de escolher, já que não é uma peça baratinha e que você vai usar com tudo e toda hora. Esse é o princípio básico do consumo consciente, sabia?

como usar colete de pelo fake no inverno, dicas de looks


Uma calça jeans de R$200 é mais barata que um colete de pelos de R$200, porque a calça jeans você pode usar todos os dias do mês, e o colete você vai usar beeeeem menos! Mas, essa continha é assunto pra outro post!

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Para a compra valer a pena, você precisa saber se está comprando uma peça de boa qualidade. Os de fios lisos são a melhor opção, porque têm o toque suave (parecido com nylon ou pelúcia) e tem cara de peça mais sofisticada. Além disso, eles são bem menos volumosos que os de fios crespos, e por isso quem tem seios grandes ou barriguinha deve tomar cuidado pra não criar a ilusão de mais volume nessa área. Peças de uma cor só (mesmo se for preta!) também dão a sensação de volume!

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Os mais curtinhos favorecem quem tem seios pequenos e é mais magrinha na parte de cima. Os mais compridos podem dar mais volume ao quadril, mas ajudam a disfarçar seios maiores e ombros mais largos.

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Alguns coletes já vêm com um cintinho, e algumas pessoas usam um cintinho por cima dele pra marcar a cintura, mas como a peça é volumosa, a tendência é que crie volume logo acima e abaixo do cinto, aumentando seios e barriga. Pra quem não abre mão de ter a cintura marcada mas quer evitar esse volume extra, uma opção é marcar a cintura na peça de baixo (com vestido fica super bacana!!) e colocar o colete por cima!

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Última dica – mas não menos importante: Quando você compra um colete de pelos, você está dizendo ao mundo que é uma pessoa antenada e que sabe o que é tendência. Então, não hesite em abusar da sua criatividade! Tente coordenar o colete com peças estampadas e com outros tipos de texturas também (como tricô), e aumente o nível de “interessância” do seu look!

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Texto meu, originalmente postado no Eu Capricho, ontem! <3

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Terceira peça acrescentadora de estilo e de intenção

Falar de terceira peça em alguns lugares do Brasil é quase um pecado, mas como o tempo esfriou um pouquinho, vamos falar sobre como escolher a terceira peça que vamos usar, de acordo com o seu estilo e intenção.

É sempre bom lembrar que como no Brasil é crime andar pelado por aí, a gente é obrigado a cobrir algumas partes do corpo, então, tudo que você acrescenta ao look básico, composto de peças para cobrir a parte de cima e a parte de baixo, mostram maior preocupação com a sua imagem.
No calor, a terceira peça pode ser pensada como um acessório grande, e temos opções como coletes, lenços, maxi colares, entre outros. No frio, a terceira peça é quase uma obrigação, mas ainda assim, ela fala muito de quem a gente é, do nosso estilo e da intenção que temos, da imagem que queremos transmitir. Assim:
A empresa que você trabalha é formal, mas às sextas-feiras é Casual Day, e você coloca um blazer por cima da calça jeans e camiseta para “amadurecer” o look, ficar com uma carinha mais madura, mais profissional. O blazer pode ser de sarja, jeans ou até de moletom, mas já dá uma cara mais formal que uma jaqueta.


como escolher a terceira peça para compor o look

Você vai passear com o namorado ou as amigas e quer um look casual e ao mesmo tempo sofisticado? Ao invés de pegar a jaqueta jeans ou de couro (que é sempre a primeira opção, por ser mais rápida e fácil de coordenar), porque não usar um blazer em cima do short ou vestido?

como escolher a terceira peça para compor o look

E se a intenção for exatamente a contrária? A gente faz o contrário!
Digamos que você seja bem jovem (tanto na personalidade quanto na idade!) e trabalhe numa empresa onde o dress code seja mais caretinha, ou que você vá para o happy hour depois do trabalho, e queira parecer mais leve e descontraída: Nesses casos, a jaqueta é uma ótima opção, porque “informaliza” o look!

como escolher a terceira peça para compor o look

Como “a gente é muitas em uma só”, e cumpre papéis diferentes nos locais que a gente freqüenta, conhecendo o nosso estilo e a nossa intenção, a gente tem nas mãos a possibilidade de multiplicar os looks, só aprendendo a coordenar as peças que a gente já tem no guarda-roupas!

Texto meu, originalmente publicado ontem no Eu Capricho! <3

terça-feira, 26 de maio de 2015

Como aproveitar bem a época de liquidações


Daqui a pouco é inverno e toda mudança de estação é a mesma coisa: as lojas começam a liquidação e algumas lojas oferecem até 80% de desconto!!!!
A época de liquidação pode ser uma ótima oportunidade de comprar o que a gente gosta e precisa, se a gente souber aproveitá-la de um jeito inteligente. Se agirmos por impulso, o barato pode acabar saindo bem caro…
Mas afinal, como consumir de forma inteligente?
* Você precisa se conhecer bem (corpo, rotina e estilo): saber o que mais gosta no seu corpo e gostaria de evidenciar, e o que gosta menos e gostaria de disfarçar. Pra que comprar uma calça super skinny super barata se você O-D-E-I-A os seus quadris largos e ela vai ficar esquecida dentro do guarda-roupas? Pra que comprar um vestido cheio de paetês se você não tem uma vida noturna ativa? Pra que comprar um sapato altíssimo se você vai andando para o trabalho? Porque comprar uma roupa neon se morre de medo de chamar a atenção?
* Pense em pelo menos 3 peças que você tem em casa que possa coordenar com a peça que quer comprar. Se você não tiver ao menos 3 peças coordenáveis, provavelmente vai usar pouco a peça nova – ou, o que é ainda pior – vai precisar comprar outras peças, para combinar com ela. A proporção ideal é 5×1, mas a gente pode começar coordenando com 3 peças e depois ir evoluindo!
* Peças “da moda” só entram em liquidação quando a moda já está acabando, né? Dê preferência por peças atemporais. Assim, você vai pagar barato por uma peça que vai usar em várias estações. Estar na moda é importante pra você? Então tente comprar em lojas de departamento, que sempre oferecem informação de moda com preços mais acessíveis. O que a gente não usa muito não precisa ser de ótima qualidade, e muito menos caro!
* Avalie a qualidade da peça. É importante saber se a peça é barata porque está em liquidação, ou se é barata porque foi feita com material sem qualidade e/ou de qualquer jeito, sem capricho nos acabamentos. Quanto mais inferior a qualidade das peças, menos você vai usar, porque ela vai “acabar” logo. Vale o custo x benefício? Divida o valor da peça pela quantidade de vezes que você acha que vai usar a peça no próximo mês e avalie!
* Não é só porque está barato que você precisa comprar uma peça de cada cor disponível. Eu já fiz muito isso, e sempre tinha a impressão de que não tinha roupa, afinal, só mudava a cor, mas eu estava sempre com a mesma cara. A gente consegue ser mais criativa, né?
* Conheça as suas prioridades: você quer se sentir confortável o dia todo enquanto trabalha? Um tecido que pinica, um sapato que aperta, um vestido que fica subindo, uma alcinha que cisma em cair toda hora, ou um acessório pesado podem não ser boas opções, ainda que muito bonitos e baratos!
* Por último, mas não menos importante: se não te faz se sentir LINDA, não compre!
Post meu, publicado originalmente ontem no Superela! ♥

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Etapas da Consultoria de Estilo: Experiência de lojas

Nessa etapa, vamos ao shopping. Mas não necessariamente você vai fazer compras, e por isso não tem o nome de "Etapa de Compras" rsrsrs.
Antes de a gente se encontrar no shopping, eu já vou ter ido à uma dezena de lojas para procurar as peças que você precisa experimentar, e encontrando, eu peço pra vendedora deixar tudo separadinho pra hora que você chegar! Muito amor, né? ♥

Você vai experimentar peças que combinem com o seu estilo e personalidade, em lojas que você gosta e em outras que não costuma comprar. No provador, vamos falar sobre cores, caimentos, acabamentos, tecidos, modelagens, e você vai aprender a olhar para a roupa e para a sua imagem no espelho como nunca tinha feito antes! E, claro, vai aprender a avaliar o custo x benefício de cada peça.

Em cada loja a gente faz a mesma coisa: Pega as peças separadas com a vendedora, experimenta tudo que separei, e depois, devolve as peças que você não gostou. As que você gostou, eu vou pedir que a vendedora reserve, pra gente voltar quando tiver tomado a decisão de comprar ou não.


Essa foto foi tirada num dia de experiência de loja com uma cliente, e está no meu Instagram. Ela não usava muita estampa e tinha pavor de parecer vulgar, mas queria ousar mais no guarda-roupas. O que eu fiz? Pedi que ela experimentasse uma blusa de oncinha! Hahaha parece louco, né? Mas, às vezes a gente tem preconceitos e não se permite experimentar. Fala que não gosta, sem ter visto de perto. A gente não paga uma peça antes de sair da loja com ela, então, dentro do provador, você pode vestir o que quiser. Se você realmente não gostar, você não leva. Por isso, é bom experimentar bem, pra não comprar e depois deixar a peça parada no guarda-roupas.
Pela carinha dela (e os dois joinhas), você acha que ela levou ou não a peça? ;)

No final de todas as lojas, a gente olha nas nossas anotações e fotos tudo que a gente gostou mais e pensa nas peças que você já tem em casa, no preço das peças, nas situações que você pode usar... e aí sim, decide se vamos ou não comprar alguma coisa.
Se você decidir não comprar, o aprendizado desse dia é pra sempre! Quem sabe quando a peça entrar em liquidação você está com o orçamento mais favorável?

Amanhã eu falo da última etapa: Montagem de looks! Volta aqui pra ver!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Como analisar a modelagem da roupa

Uma das coisas que a cliente da consultoria de estilo aprende na etapa de shopping (quando não necessariamente tem compras!!) é à analisar a modelagem das roupas.
Uma boa modelagem e um bom caimento fazem diferença na roupa (e consequentemente, na sua imagem e na sua silhueta), e quando percebemos o poder desses "detalhes" a gente percebe que não está pagando tão "caro" numa peça "igual" às que têm em lojas de departamento, porque em geral (não é uma regra!!) as marcas se preocupam mais com isso. 

Mas afinal, o que é uma boa modelagem?
Boa modelagem = quando a roupa está bem ajustada no seu corpo, quando ela está do tamanho certo, sem sobra desnecessária de tecidos, com um bom caimento.

O que a gente precisa observar?
1) Ombros
Repare se a blusa, blazer ou camisa que vai comprar deixa o seu ombro no lugar. A costura da peça deve estar exatamente onde seu ombro termina.


Vejam nesse exemplo como a costura está fora do lugar O ombro dela acaba na seta, e a costura está no braço. A impressão que dá é que a pessoa tem os ombros caídos, sabe?


2) Mangas compridas
As camisas e blusas de mangas compridas não devem ser nem curtas e nem compridas demais. O tamanho ideal é quando deixa o seu ossinho de fora quando você estica o braço, e para antes de começar a mão, quando você estiver com o braço relaxado, pra baixo. Assim:


Se a peça for bacana, vale a pena ajustar para o seu tamanho, pois mangas compridas demais passam um ar de desleixo, enquanto peças mais curtas (se não for do modelo), ficam parecendo que você comprou num tamanho menor.
Ó um exemplo de manga comprida demais:



3) Largura das blusas e camisas
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, usar uma peça de tamanho maior não vai fazer você parecer mais magra, e nem disfarçar as gordurinhas indesejáveis, porque essas peças criam ainda mais volume, te deixando "maior"!
O ideal é que a peça fique ajustada (que é diferente de justa!!) ao seu corpo, caindo na lateral do seu corpo de forma acinturada. Se sobrar muito tecido, você vai ficar com uma silhueta quadrada! 


Veja que no exemplo aqui embaixo, a blusa aumenta a silhueta, criando volume na região da barriga e cintura.


4) Calças
A gente precisa prestar atenção em basicamente 2 coisas:
4.1 - Costura
Se a costura entortar no final da perna, isso é defeito! A costura precisa ser reta, na lateral da perna, acompanhando a perna, independente do modelo! Não pode passar pra frente e nem pra trás!


Nesse exemplo aqui embaixo (clica na foto pra ver maior), a costura passa para a parte da frente no final da perna, ó:


4.2) Sobras de tecidos
Mesmo quando o modelo é larguinho, pode acontecer de ter sobras de tecido que não deveriam ter, o que é consequência da modelagem ruim. Excesso de tecido e dobrinhas na virilha e embaixo do bumbum deixa o look deselegante. Repito: Uma calça pantalona, por exemplo, é larga. Mas, se a modelagem estiver certinha, o caimento vai ser perfeito, sem sobras!


Nesse exemplo a gente vê que a calça fica repuxando, sabe? Não pode!


Isso tudo deve ser levado em consideração na hora de ver o custo x benefício da peça. Não vale pagar muito por uma peça com qualidade ruim! Fiquem de olho!